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Hoje na nossa seção Mistérios, falaremos de um dos mais estranhos e misteriosos objetos já encontrados pelo Homem a Máquina de Antikythera.
            Descoberto em 1901 por mergulhadores na costa de Grécia esse estranho objeto mecânico datado do ano de 82A.C não chamou muita atenção até o ano de 1902 quando o arqueólogo  Spyridon Stais notou que uma das peças de pedra possuía uma roda de engrenagem algo que não havia sido percebido antes devido a corrosão e algas e plânctons incrustados.
            Entre os objetos encontrados estava uma placa de bronze com inúmeras inscrições  que também era incompreensível diante do estado em que foi encontrada depois de passar por um longo e minucioso tratamento a placa revelou mostradores móveis, escalas complicadas e registros astronômicos.
            O mecanismo funcionava da seguinte forma: de um lado existe um eixo que, quando girado, põe em movimento os ponteiros de todas as escalas a velocidades diferentes. Os ponteiros estão protegidos por tampos móveis, de bronze, sobre os quais existem longas inscrições. 
O professor americano Solla Price interpretou o aparelho como uma espécie de 'computador', que poderia calcular os movimentos da Lua, do Sol e dos planetas. A Máquina de Antikythera não deixa dúvidas de que, durante a Antigüidade, trabalhavam mecânicos de precisão de primeira classe. Além disso, o mecanismo é tão complicado que, provavelmente, não era o primeiro modelo da espécie. 

Mas as perguntas que não querem calar são: como em tempos tão remotos alguém poderia ter um conhecimento tão avançado em astronomia para criar esse equipamento? Poderia esse estranho equipamento não ter sido criado por mãos humanas? Provavelmente a resposta para essas perguntas continuará sendo um mistério...
 

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Um exército de 50.000 homens, bem armados e aguerridos, experiente de campanhas militares pode ser derrotado por um outro, seja por questão numérica ou tática. Restam os mortos, feridos, prisioneiros e suas armas e equipamentos.Mas, um exército de 50.000 homens pode simplesmente desaparecer, sem deixar vestígios? Simplesmente ser tragado pela natureza, sem um só sobrevivente? Sem que se tenha alguma notícia ou se ache restos de cadáveres ou armas?


Segundo o historiador grego Heródoto, isso aconteceu no ano 523aC. O poderoso império Persa estava sob o comando de Cambises II, filho do grande Ciro. O imperador, cuja crueldade destoava da benevolência de seu pai, havia conquistado o Egito e se preparava para invadir a Etiópia. No caminho, Cambises II enviou uma parte de seus exércitos para destruir um templo em Siwa, localizado no Saara, na fronteira com a Líbia. Isso porque ele acreditava que os sacerdotes daquele templo estavam incitando uma revolta contra ele.Mandou 50.000 homens bem treinados e milhares de animais carregando equipamentos e suprimentos destruírem o templo e passarem a fio da espada os sacerdotes. Após alguns dias de jornada, o exército alcançou Bahariya, último oásis antes de chegar ao templo. Até este, seria então 30 dias sem água e sombra, sob um sol causticante durante o dia, e frio durante a noite.Após dias e dias de sofrimento na jornada pelas intermináveis areias do Saara, o exército estava a descansar. De repente, uma incrível tempestade de areia vinda do sul os atingiu. Teria sido uma catástrofe?Nunca ninguém encontrou vestígios do poderoso exército perdido de Cambises II. Desde o século XIX, arqueólogos procuram os restos da imensa expedição perdida.Seria possível que Heródoto, um historiador preciso e honesto houvesse mentido ou tivesse ouvido e reproduzido uma mentira? Como é possível tamanho exército ter sido soterrado sem haver sobreviventes? Afinal, eram 50.000 homens, com animais e equipamentos. Poderia ter sido tudo tragado e encoberto pelas areias? Uma tempestade poderia fazer isso?Há seis anos, geólogos que faziam a pesquisa petrolífera numa região a 50km de Siwa se depararam com fragmentos de tecidos, punhais e ossos, que poderiam ter pertencido ao exército de Cambises II. Mas, ainda não se tem a palavra final, ou seja, ainda não se sabe se eram do exército perdido. Por enquanto, permanece o mistério…
A mídia impressa costuma empregar nomes sensacionalistas pra se referir a certas pessoas ou eventos, numa tentativa de atrair o imaginário popular e garantir a circulação máxima da publicação. Foi assim que Francisco de Assis Pereira se tornou o “Maníaco do Parque”, por exemplo. Mais da metade dos inimigos do Homem-Aranha devem seus nomes à mesma prática. No caso da “Batalha de Los Angeles”, o evento foi tão espetacular que o nome era o detalhe menos importante.

Na noite de 24 de fevereiro de 1942, vários moradores de Los Angeles viram objetos luminosos pairando sobre suas cabeças. A histeria foi geral, e muitas ligações pros serviços de emergência depois, a cidade de Los Angeles estava sob comando dos militares. Os milicos ordenaram um apagão geral na cidade, numa tentativa de identificar melhor a luz vinda dos objetos voadores.A foto acima, que foi capa de todos os jornais nacionais na época, mostra os holofotes dos militares apontados pros UFOs. Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a pouco mais de 300 km/h.Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a meter chumbo grosso nos objetos. Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores não se transformaram em objetos cadentes.Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo.No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes. Alguns alegaram ser nada além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem elaborar sobre a identidade dos objetos. Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora.Após mais alguns comentários incongruentes, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas pra sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país. Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo. Mencionei que o governo japonês negou envolvimento com o mistério na época, e continua fazendo isso até hoje?
Esse misterioso martelo encontrado em 1844 pelo fisico David Brewster na região de Kingoodie MyInfield na escocia se tornou um dos objetos mais estudados do mundo.

Brewster estava estudando fósseis no ano de 1844, quando descobriu o objeto, foi levado para análise imediatamente. De acordo com as datações iniciais, que eram muito imprecisas na época, eles concluíram que a ferramenta havia sido produzido na Idade de Pedra

Mas o objeto voltou à ser assunto para a arqueologia no ano de 1985, quando uma nova datação revelou algo impressionante. A análise realizada por pesquisadores do Centro Britânico de Pesquisas Geológicas estimou a idade do martelo em algo construído no período Devoniano, que abrange 360 a 410 milhões de anos atrás. Algo ou alguém está errado nessa história.


Hoje sabemos com razoável certeza que nessa época a Terra  era povoada por animais marinhos primitivos. Somente cerca de 300 milhões de anos depois que os primeiros dinossauros surgiram (no período Jurássico), portanto teorizar que havia alguma espécie humana ali beira o absurdo. Então, analisaremos alguns fatos.

Note que o martelo está enterrado em um placa de arenito. A datação pode ter sido realizada sobre essa placa, e não sobre o martelo em si. Então a primeira hipótese que temos é que o martelo foi perdido por alguma civilização, e a erosão pode tê-lo enterrado, e confundido os pesquisadores.
Agora, note a aparente composição do martelo. Ele provavelmente é feito por um cabo de madeira e em sua cabeça algum tipo de metal, talvez ferro. Isso indica que quem quer que tenha criado o objeto, já possuía noções de metalurgia, para aplicar a fundição. A primeira análise de que o objeto foi criado na Idade da Pedra soa como irreal, já que somente muito tempo depois a humanidade adquiriu tal conhecimento.
Por fim, algo ainda mais estranho. Um objeto com centenas de milhões de anos de idade já não teria se decomposto? Sim, se formos analisar a composição do objeto. Se ele fosse construído nessa época, ele simplesmente não deveria existir.
Alguns pesquisadores acreditam que o objeto foi contaminado desde que foi descoberto, e quando analisado recentemente, a datação se tornou muito imprecisa.
Outras teorias ainda mais esquisitas afirmam que uma civilização viveu nos primórdios da Terra, mas foi extinta. Outros dizem que extraterrestres vieram até aqui e esquecerem um martelo, mas convenhamos que o objeto é muito rudimentar para uma civilização super-avançada tê-lo.
Infelizmente o objeto caiu no esquecimento ao longo do tempo, deixando para trás muitas perguntas e poucas respostas que possam saciar nossa curiosidade. E você leitor, qual é sua teoria para explicar o Martelo de Kingoodie?

Danell Standing era uma pessoa comum, professor de faculdade, que vivia tranquilamente na Califórnia. Até o dia em que foi pego matando um colega de trabalho em um dos laboratórios da universidade. Por esse crime ele acabou sendo preso e torturado na cadeia. Por oito anos ele ficou encarcerado, sendo cinco anos na solitária, onde passava a maior parte do tempo em uma camisa de força, depois ele acabou enforcado. A parte interessante da história se passa na época em que ele ficou isolado do mundo, preso em uma camisa de força. Pois de alguma maneira Danell conseguiu desenvolver técnicas para controlar suas dores e sua mente, chegando ao ponto de conseguir se auto-hipnotizar. Dessa forma ele parecia ficar boa parte do seu tempo em um estado de coma, mas na verdade ele estava “vivenciando suas vidas passadas”.
Claro que todos achavam que essas suas experiências eram uma bobagem completa, porém uma das histórias que ele relatou se mostrou bastante intrigante. Um dia Danell revelou que em uma vida passada fora um marinheiro e que no ano de 1809 partiu do porto da Filadélfia com destino às Ilhas da Amizade.
No meio dessa suposta viagem seu navio teria naufragado e ele teria sido o único sobrevivente. Durante 8 anos ele teria ficado preso em uma ilha, até que foi resgatado por um navio que passou por lá. No dia que foi salvo, ele carregava um remo continha esse texto:

“Serve esta para informar pessoa em cujas

mãos este Remo vier a cair que DANIEL
FOSS, natural de Elkton, Maryland, um
dos Estados Unidos da América do Norte, e
que zarpou do porto da Filadélfia em 1809
a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às
Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha
desolada em fevereiro do ano seguinte e ali
erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos,
subsistindo com carne de foca – sendo ele
o último sobrevivente da tripulação do dito
brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e
naufragou aos 25 de novembro de 1809.”
De início ninguém acreditou nessa história, porém Danell Standing pediu que a enviassem para o curador do Museu da Filadélfia o que ele havia escrito e assim foi feito. Em resposta essa carta foi enviada pelo curador:
A resposta do curador segue transcrita abaixo:
“É verdade que existe aqui um remo como V.Sa. descreveu. Mas poucas pessoas sabem de sua existência pois ele não está em exibição ao público.
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência. Mas, consultando nossos antigos registros, descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhados no remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.
Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta. É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse Daniel

Foss? Terei a maior informação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.
Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,
Hosea Salsburt

Muito estranho não??? 
Desdes os primórdios dos tempos a humanidade teme o escuro, sempre criando maneiras de se ver livre do mesmo partindo desde fogueiras pré-históricas até as mais modernas lampadas elétricas, mas o que tanto nos assusta no escuro e os homens teriam motivo para temer o escuro? Talvez... existe um mistério que está presente em todos os períodos da história, diversos testemunhos de diferentes épocas relatando a mesma coisa: o “fenômeno das pessoas sombras”. As pessoas sombra – também conhecidos como: fantasmas da sombra, vultos, seres da sombra, homens da sombra, ou povo da sombra – seriam entidades sobrenaturais em sua maioria com forma humanoide que, segundo relatos, são vistos em sua
maior parte pela visão periférica durante o estado de vigília ( estado entre estar acordado e dormindo). São considerados na cultura paranormal como algum tipo de espíritos maliciosos ou malignos. Diversos princípios científicos podem ser usados para tentar explicar o fenômeno das pessoas sombra, desde ilusões óticas, alucinações trazidas sobre circunstâncias psicológicas, paralisia do sono, ou até mesmo pelo fenômeno conhecido como pareidolia. O fato é que existem vários relatos ao redor do mundo de pessoas que afirmam terem visto ou tido algum tipo de contato com tais criaturas principalmente durante o estado de vigília. E os relatos não são apenas de agora, como relatado anteriormente, vem desde épocas remotas, sendo os primeiros casos relatados em manuscritos encontrados em abadias do século IV. Estudiosos acreditam que eles sejam uma espécie de Yurei na visão do Japoneses, eram os Sucubus descritos na Idade Média e os Qarinah dos contos árabes… e tem até aqueles que digam que eles são os Ceifadores, os anjos da morte. Um dos maiores nomes no estudo desse tema é Rosemary Ellen Guiley. Rosemary investiga fenômenos paranormais dessa natureza há anos. Diz Rosemary que as sombras tem um comportamento comum: se movem rapidamente rodeando o observador ou permanecem estáticas ao seu lado, causando na maioria das vezes um sentimento de temor e/ou paralisia. Dentre os vários tipos de pessoas sombra já relatados, os mais comuns entre eles são conhecidos como Hooded Figure (Figura Encapuzada), e o Hat Man (Homem de Chapéu).

Algumas teorias foram levantadas sobre quem ou o que poderia ser essas entidades, sendo as mais aceitas as seguintes:

Fantasmas ou espíritos desencarnados atormentados;
Entidades não-humanas, como demônios ou anjos;
Aliens, formas de vida com base estrutural diferente;
Viajantes do tempo no hiperespaço;
Criaturas de um universo de 2 dimensões que por algum motivo desconhecido invadem o universo tri-dimensional.
Os investigadores também ressaltam que supostamente essas criaturas são mais visíveis na completa escuridão. A luz, de algum modo, tornaria-os invisíveis aos nossos olhos, embora algumas fotográfias tenham captado as supostas entidades em plena luz do dia.

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